quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL

BOAS FESTAS

   Em pleno período natalício os melhores e mais fraternos ensejos de Boas Festas, muito em especial para os amigos leitores que, há mais de meio século são leitores fiéis deste espaço em que hemos procurado sempre e sempre defender o progresso e valorização do concelho de Faro. Que em especial no Novo Ano de 2025 se concretizem todas as perspectivas planeadas para que a Cidade e o Concelho conheçam o desejado enriquecimento a bem do presente e do futuro de todos os farenses.

Oxalá no decurso deste novo tempo a felicidade se instale nesta Cidade de Santa Maria, já sob nova presidência camarária, elemento que consideramos da maior valia para que os vários desideratos sejam alcançados.

Um problema, quanto a nós, sobressai nas várias carências que é o da habitação. Portugal enfileira entre os países de Comunidade Europeia onde o dossier «ter casa onde morar e viver com dignidade» assume maior dramatismo. Oxalá dentro de um ano consigamos diminuir estes índices, já que resolvê-lo em 365 se torna, obviamente impossível.

MAIS UM AMIGO QUE NOS DEIXA

Era dos mais interventivos e activos jornalistas que o Algarve teve nos últimos anos. Foi nas Guerras do chamado Ultramar que o Hélder Nunes, que ora nos deixou, se iniciou neste mundo das reportagens. Com ele vivemos momentos marcantes da nossa vida jornalística, no País e no estrangeiro, O Hélder era, para além de um verdadeiro jornalista, um amigo dilecto, daqueles cuja morte, nos custa aceitar. Foi a 26 de Abril de 1975, um ano e um dia após a «Revolução dos Cravos» que o portimonense Hélder Nunes lançou o mais visível dos seus projectos - «O Barlavento», a que se seguiu, ano volvidos, a Rádio com o mesmo nome.

Faleceu um portimonense de nascimento, um algarvio dos «quatro costados», que nunca virou a cara aos desafios da vida. Partiu aos 75 anos e deixou-nos uma profunda saudade.   

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